‘Salcity’ e o registro histórico do rap soteropolitano

Torre, Contenção 33. Imagem de divulgação

O documentário produzido em setembro de 2016, iniciou seu processo de produção da mesma forma que a cena bahiana é composta: com muita correria independente. Produzido por Douglas de Nóbrega, que juntou uns trocados e partiu de São Paulo, para SSA, registrou a forma como é/foi constituída a cena na capital bahiana.

As participações variam entre as diferentes gerações, contando com nomes consagrados dentro e fora do estado, dentre elas Diego 157, Mobbiu (ex-versu2), Baco Exu do Blues, Cintia Savoli, Vandal, entre outros.

Segundo Douglas de Nóbrega, O filme fala como a conexão entre a guerra de facções que acontece no estado da Bahia, o racismo sistêmico e a falta de representatividade negra na política tornaram o rap de Salvador mais agressivo. Abordando temas que vão da falta de interesse dos admiradores de rap, da desvalorização dos contratantes de shows e da falta de atenção da mídia até a produção da música Sulicídio de Baco e Diomedes. Que transformou a visão do futuro de muitas pessoas que estão na resistência faz muito tempo ali e provocando uma grande onda de xenofobia de opositores.”

SALCITY“, se torna um documentário necessário para entendimento e discussão da cena nordestina, assista na sequência o filme completo:

Filme produzido por: Bruno Zambelli, Carlos do Complexo, Douglas da Nóbrega, Leandro Lima, Rodrigo Caetano, Marra e Avante Produções.

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