Já está no ar a Edição #01 da nova Revista Bocada Forte

Capa da Edição #01 com Rap Plus Size

Em 1999, ano de fundação do Bocada Forte, os sinais da mudança no hip hop começavam a ser percebidos. O acesso à tecnologia proporcionou o surgimento de diferentes artistas e a produção de conteúdo sobre a cultura de rua feita por quem estava dentro do movimento.

Novas formas foram desenvolvidas, novas abordagens, mas algumas coisas demoraram para mudar. O rap feito fora do eixo Rio/SP não tinha conquistado o destaque que tem hoje.

As minas faziam articulações para conquistar mais visibilidade na cena, mas não eram levadas a sério. Falar em participação LGBTQIA+ no Hip Hop era tabu. A sigla nem existia na época.

Em 2009, ou seja, dez anos após a fundação do BF, reportagem do DJ Cortecertu mostrava que o “rap gay” ainda não era uma realidade no Brasil.

Nesta edição da Revista Bocada Forte, apresentamos um rico material sobre diversidade, com artigos, entrevistas, colunas e reportagens feitas por um time de colaboradores que também representam o hip hop. Baixe aqui e confira os nossos destaques:

Revista Bocada Forte – Edição #01: O caminho sem volta da diversidade

Pág. 06 – Racismo à brasileira – por Claudinho Silva
Pág. 08 – “Não há retorno” – Rap Plus Size
Pág. 11 – O dia que nos deram é pouco para o que vocês precisam pensar – Coluna do Padeiro
Pág. 14Mulheres Beatmakers – por Bocada Forte
Pág. 18 Pretas de Rua: Graffiti, Gênero e Etnicidades – por Bocada Forte

Pág. 20 Onde estão as mulheres pretas? – por Barbara e Luciene
Pág. 28 – Nerie Bento e o protagonismo das minas – por Erica Bastos
Pág. 32 – Acervo BF: Homo Links- O rap gay dos EUA (2009) – por DJ Cortecertu

 

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