Ziza: “sempre fui amante do graffiti”

10993464_878508252171870_1307585355742358527_nGrafiteira há 9 anos, Ziza já teve seus trabalhos expostos em Washington (DC), nos EUA, e Berlim, na Alemanha

Por Nerie Bento
Hip Hop Feminino em parceria com Bocada Forte

Diretora do Studio Soberana, a grafiteira Ziza realiza projetos como O Futuro do Hip Hop e integra a Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop. ‪ Perguntada sobre a importância de se ter uma mídia voltada a mulheres do movimento, ZIZA é taxativa: “De extrema importância, pois, quando comecei em 2006, busquei páginas que me informassem e me direcionassem para oficinas e eventos. O único que consegui foi o Bocada Forte, que no tempo divulgava mais entrevistas e apresentações. Temos que cada vez mais potencializar as nossas ações, e criar redes com outras frentes, vamos ser fortes e unidas para nunca mais sermos deixadas em segundo plano.”

Confira na integra esta entrevista.

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HHF – Apresentação:
Ziza: Regina Elias da Costa, Ziza, 26 anos.

HHF – O graffiti:
Ziza: Sempre fui amante do graffiti nas ruas. Comecei a ter conhecimento da técnica em uma oficina.

HHF – Trajetória.
Ziza: Em 2006, me inscrevi em uma oficina de graffiti em um centro cultural, tive uma grande oportunidade de apreender com artistas que potencializam muito a minha arte.

HHF – Influências:
Ziza: Antes do graffiti eu desenhava e a minhas referências eram do HQ, minhas admirações eram Scott Campbell, minhas referencias do graffiti são Tikka e a Fafi. Desde que entrei na oficina a Tikka me ajudou, junto com uma outra artista Katia Suzue.

HHF – Trabalhos:
Ziza: 2014 – Revista Select N°17 – Matéria Coletivos da periferia.
2012 – Brazilian Mural Project – intercâmbio em Washington, em parceria com o Centro Cultural Afro-Americano Príncipe George em Washington D.C- EUA
2011 – City Of Hip Hop – intercâmbio em Berlim, em parceria Gangway eV., HipHoptude Netzwerk, Ministério da Cultura, Fundo Nacional da Cultura e Goethe Institut.

HHF – Projetos:
Ziza: Atualmente sou diretora do Studio Soberana, um pequeno projeto empreendedor voltado para as artes, paralelo realizo oficinas de graffiti em alguns lugares e projeto, como no O Futuro do Hip Hop.

output_gDrxh6HHF – Desafios:
Ziza:
Sempre faço essa pergunta. Acredito que atualmente o graffiti feminino está bem mais aceito pelo movimento. Quando comecei, procurei um apoio de outras grafiteiras para me fortalecer e buscar informações. Eu sempre fui uma pessoa tímida e o graffiti me possibilitou expressar de uma forma que me sentisse parte desse movimento, ou seja, eu não precisava subir no palco e me apresentar, eu gostava de ver os outros não eu.  Paralelo ao movimento fez com que eu desenvolvesse uma veia pública muito forte, atualmente faço parte da Frente Nacional de Mulheres do Hip Hop e tenho muito orgulho disso.


HHF – O HHF:
Ziza:
De extrema importância, pois quando comecei em 2006, busquei páginas que me informassem e me direcionassem para oficinas e eventos, e o e o único canal que consegui foi o Bocada Forte, que no tempo divulgava mais entrevistas e apresentações. Temos que cada vez mais potencializar as nossas ações e criar redes com outras frentes. Vamos ser fortes e unidas para nunca mais ficarmos em segundo plano.

HHF – Indicações para futuras entrevistas:
Ziza:
Rizka, Lunna, Sharylaine.

COMUNICAÇÃO
Studio Soberana

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