Mulheres de Palavra: o macho-hop pira!

Mulheres de Palavra
Dory de Oliveira. Foto: Divulgação

 

Quando você vê os manifestos feministas nas redes sociais e nas ruas, começa pensar: porra as minas só falam isso, só pensam nisso, que saco! Quando as minas veem a disposição de outras mulheres na luta contra todo tipo de machismo, elas encaram essa parada como uma base de apoio cada vez mais forte. É isso que muitos homens não entendem.

São denúncias, ações, protestos contra a violência cotidiana que nós do macho-hop achamos que são frescura, puro ódio, vontade de aparecer. Está na hora de discutirmos essa parada ao invés de só fazer homenagens, músicas, clipes românticos, sensuais e enfumaçados. Por isso registro a importância da publicação Mulheres de Palavra, que traz a narrativa de 10 rappers do estado de São Paulo. Bia Doxum, Brisa De La Cordillera, DJ Niely, Dory de Oliveira, Luana Hansen, Lunna Rabetti, Odisseia das Flores, Preta Rara, Priscilla Fêniks e Sharylaine têm suas histórias contadas no livro que dá continuidade aos avanços das mulheres dentro do hip hop.

As minas seguem na divulgação dos seus trabalhos. O próximo evento vai rolar no dia 7 de maio, nas Fábricas de Cultura Jaçanã e Cachoeirinha. (clique aqui e saiba mais).

Clique na imagem para baixar o livro.
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