“Num país que facada, não aleija, elege!”, avisa Djonga, no seu novo álbum

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#RapBRASILEIRO | Saiu nesta quarta-feira o terceiro disco de Djonga, de 24 anos, que se tornou um dos maiores nomes do rap do braza. Depois de estrear com o álbum Heresia, em 2017. Ladrão não promete polêmica só no título, mas também na arte de capa, em que o mano exibe a cabeça ensanguentada (e decapitada) de um integrante da Klu Klux Klan. Ele evita “explicar” essa capa, diz esperar que todos tirem as próprias conclusões. Mas né não tem como negar as semelhança com o capuz da seita. Inclusive ele cita Jordan Peele, diretor do longa Corra!, o primeiro roteirista negro a levar o Oscar para casa. A capa também remete ao último filme de Spike Lee, Infiltrado na Klan, premiado com o Oscar de melhor roteiro este ano.

Com 10 faixas inéditas, e participações de Mc Kaio, Ret, Chris Mc. As faixas seguem contexto do “terror” brasileiro: tragédias de Brumadinho e Mariana, polarização política, intolerância, massacre de estudantes, o terceiro disco de Djonga chega com rimas contundentes, a marca registrada de Deus.

 

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